O que dizem sobre a Casa Sossego
Palavras de quem está aqui e de quem acompanha de perto
Cada depoimento aqui foi partilhado com autorização. Nenhum foi editado para parecer melhor do que é.
Voltar ao inícioanos em funcionamento
famílias atendidas
média de satisfação familiar
modalidades de convivência
Depoimentos
O que as famílias contam
Luciana Cardoso
Florianópolis, SC — filha de residente
"Minha mãe mora na Casa Sossego há dois anos. No começo tínhamos receio — ela sempre foi muito apegada à própria casa. Mas em poucas semanas ela estava mais animada do que víamos há muito tempo. A equipe a conhece pelo nome, sabe o que ela gosta de comer no café, e sempre nos avisa quando há alguma coisa diferente na rotina dela."
Junho de 2025
Roberto Bastos
São José, SC — filho de membro diurno
"Meu pai participava da associação diurna três vezes por semana. O transporte funcionava pontualmente e ele voltava para casa satisfeito, tendo almoçado bem e conversado com outras pessoas. Para quem trabalha e não consegue acompanhar o dia todo, essa opção foi uma solução real."
Maio de 2025
Ana Moreira
Florianópolis, SC — residente
"Tenho setenta e três anos e moro aqui há quase um ano. O que mais gosto é da varanda de manhã — o barulho do mar me faz bem. A comida é caseira mesmo, e a Maria Fernanda sempre pergunta se estou bem sem ser invasiva. Sinto que fui ouvida desde o primeiro dia."
Junho de 2025
Paulo Silveira
Porto Alegre, RS — irmão de hóspede
"Minha irmã ficou dois dias na estadia de hóspede para conhecer antes de decidir qualquer coisa. Fui junto. A casa é exatamente o que descrevem — não é uma brochura, é real. Voltamos para casa com uma impressão muito boa e ela está planejando a mudança para lá."
Maio de 2025
Carla Ferreira
Palhoça, SC — filha de residente
"Tínhamos visitado outros lugares antes da Casa Sossego. A diferença foi imediata — aqui as pessoas olham nos olhos, chamam pelo nome e explicam tudo sem pressa. Ainda preferia que houvesse mais opções de atividades estruturadas, mas a tranquilidade e o cuidado compensam muito."
Junho de 2025
José Nascimento
Florianópolis, SC — residente
"Morei a vida toda perto do mar e não queria me afastar. Aqui posso ouvir as ondas da janela e tomar café na varanda com o horizonte na frente. O Roberto é um cozinheiro de verdade — a moqueca dele me lembra a que minha esposa fazia."
Abril de 2025
Histórias de quem passou pela casa
Trajetórias que nos marcaram
O momento
Dona Helena, 78 anos, morou sozinha por quase uma década após ficar viúva. A filha morava em outro estado e preocupava-se com a solidão e com os dias em que a mãe ficava sem sair de casa.
Como chegou à Casa
A filha encontrou a Casa Sossego, ligou, conversou com a coordenadora e trouxe a mãe para uma estadia de dois dias antes de qualquer decisão. Dona Helena foi receptiva — gostou do jardim e do almoço.
Como ficou
Mora aqui há três anos. A filha visita com frequência — agora como visita, não como preocupação. Dona Helena tem amigas na casa e faz questão do café da manhã na varanda todos os dias.
"Não achei que fosse me adaptar tão rápido. Mas aqui me sinto em casa de um jeito que não esperava."
— Dona Helena, residente
O momento
Seu Ademar, 72 anos, ficou em casa depois de uma cirurgia. Os filhos trabalhavam durante o dia e ele passava horas sem ver ninguém. Estava bem de saúde, mas quieto demais.
A solução encontrada
Os filhos optaram pela Associação Diurna — três dias por semana. O transporte buscava o pai de manhã e trazia de volta no final da tarde. Sem mudança de endereço, sem grandes decisões.
O resultado
Em dois meses, Seu Ademar voltou a conversar mais em casa. Fazia amizade com outros membros diurnos e voltava com histórias do dia. A família sentiu a diferença na disposição dele.
"Meu pai voltou a ser o meu pai."
— Filho de Seu Ademar, membro diurno
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Credenciais
Reconhecimentos e referências
Cadastro Ativo — Prefeitura de Florianópolis
Renovado em 2024
Boas Práticas — Hospitalidade Sênior
Reconhecimento setorial, 2023
Satisfação familiar média: 4.9/5
Pesquisa interna, junho 2025
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